Mesmo que não trabalhasse, deixaria minha filha no Baby
Oz
"Eu posso dizer que experimentei as três opções: avó, babá e berçário.
Meu filho mais velho, hoje com 5 anos, ficou aos cuidados da avó, quando
tive que voltar a trabalhar. Foi tranquilo e ele ficou superbem. Quando
nasceu meu segundo filho, eu e meu marido achamos melhor contratar uma
babá para ajudar, pois minha mãe ficaria sobrecarregada. Sinceramente,
nunca gostei de ter babá, pois cada pessoa tem uma história e, queira ou
não, põe alguns vícios na criança. Infelizmente, esse meu filho faleceu
muito cedo, com 1 ano e 4 meses. Ao ficar grávida da Duda, minha mãe
insistiu para cuidar dela em sua casa, mas eu achei que seria um
sobrecarga física e emocional para ela a responsabilidade de cuidar
novamente de um bebê devido ao acontecido com meu segundo filho. Queria
dar a minha mãe a chance de ser apenas vovó! Nesse momento optamos pelo
berçário. Pesquisei vários, mas não encontrei nenhum com a estrutura do
Baby Oz: espaço adequado, recursos para estimulação, plantão médico etc.
Estava
convencida de que seria legal o Baby Oz, pois estava satisfeita com a
infraestrutura, mas ainda me preocupava com o aspecto afetivo. No
entanto, isso passou rapidamente, pois vi que todos tratavam com muito
carinho os bebês, como se fosse uma grande família. Vejo uma relação de
afeto real, dedicação e cuidados em tempo integral. Se as crianças não
estão brincando, estão ouvindo músicas, cantando com as babás, ouvindo
histórias, brincando no solário, enfim...
Mesmo que eu
estivesse em casa, sem trabalhar, deixaria minha filha ao menos em um
período no Baby Oz. Acho que a escola é muito mais completa na educação.
E, por fim, um ponto importantíssimo é a aceitação da criança. A Duda
adora o Baby Oz. Quando paramos o carro na porta da escola, ela vibra de
alegria. E eu fico supertranquila.
Bruna, mãe de Maria Eduarda, a Duda, (10 meses) e de João Pedro (5 anos,
no Jardim II).
Estou tranquila com
a escolha do berçário
O principal motivo
que me levou a deixar a
Thais no berçário, aos 4
meses, foi a questão do espaço. Achei que deixá-la “presa” em um
apartamento não seria ideal para o seu desenvolvimento. Procurei e
achei, no Baby Oz, uma alternativa ideal. Outra questão que pesou
em minha decisão foram os estímulos que minha filha receberia no
berçário, pois, por
mais credenciada que fosse a
babá, não teria como oferecer os mesmos estímulos que se encontra
no Baby Oz.
Eu fico muito
feliz porque vejo a
Thais bem, cada dia mais
feliz, o que me fez concluir que ela está sendo muito bem cuidada.
Os contatos com o berçário são frequentes e para isso tenho um canal
de comunicação que funciona muito bem. Devo ser uma das mães que
mais solicita os profissionais do Baby Oz, principalmente o pediatra
e a enfermeira, mas sempre fui bem atendida por todos.
Sinceramente, nunca me preocupei em ficar olhando as câmeras, pois
me sinto tranquila com a escolha do berçário.
Gláucia, mãe da
Thais (1 ano e 4m)